Os sistemas

Um software para o seu setor,
e não mais um para qualquer um.

Esta página explica o que estamos construindo e por quê. Se você já entendeu e quer conversar, o caminho mais curto está no rodapé.

O que é SaaS, e o que muda no contrato

SaaS é sigla de Software as a Service, em português software como serviço.

Em uma frase: você não compra o programa, paga uma mensalidade enquanto ele estiver sendo útil para você. Não existe licença cara comprada de uma vez, nem servidor para instalar e manter na sua empresa: o sistema roda na internet e você abre no navegador.

Na prática isso muda quatro coisas. O gasto sai da conta de investimento e vira despesa do mês, que é muito mais fácil de aprovar e de interromper. As melhorias chegam sozinhas, para todo mundo, sem projeto de atualização. Cuidar de segurança, cópia de segurança e desempenho passa a ser problema de quem vendeu, e não seu. E a conta só continua fazendo sentido enquanto você achar que faz: se um dia parar, você leva todos os dados com você, por inteiro e em formato aberto, sem precisar pedir autorização a ninguém.

É a última parte que muda o jogo, e é desconfortável para quem vende: só continuamos ganhando se você continuar querendo usar. Um mês ruim de produto aparece como cancelamento no mês seguinte. Foi por isso que o modelo venceu.

Horizontal e vertical, e por que escolhemos o segundo

Todo software de gestão cai num destes dois lados. A diferença não é de tamanho, é de para quem ele foi pensado.

Software horizontal
  • Serve a qualquer negócio. E por isso resolve raso em todos: o que é específico do seu trabalho fica de fora ou vira campo livre.
  • Você adapta o seu processo a ele. Como ele não conhece o seu setor, quem cede é você, e a equipe cria contorno em planilha.
  • Compra por comparação de preço. Como tudo parece igual, a decisão vira quem cobra menos, e o barato ganha até dar problema.
  • Cresce com anúncio. Precisa comprar cada cliente, e o custo disso volta na sua mensalidade.
Software vertical, que é o nosso
  • Feito para um setor só. Fala a língua de quem trabalha ali e entende os documentos que aquele trabalho gera.
  • Ele se adapta ao seu processo. A tela nasce da rotina real, com o vocabulário do setor, e não de um formulário genérico.
  • Compra por reconhecimento. Você escolhe quem parece entender o seu trabalho. Preço vem depois, e não antes.
  • Cresce por indicação. Quem trabalha num ramo conversa com quem trabalha no mesmo ramo. Isso sai mais barato, e a conta fecha melhor para os dois lados.

Um sistema novo não começa do zero

Todo negócio precisa das mesmas coisas por baixo: entrar com segurança, saber quem pode ver o quê, marcar compromissos, registrar o que entra e o que sai, e falar com quem usa. Isso nós construímos uma vez, com cuidado, e não construímos de novo. O que muda de um setor para outro é o registro central da área, e praticamente só ele.

Por isso um sistema novo nosso não é uma aposta começando do zero: ele nasce sobre o que já roda, todo dia, na operação de quem paga por isso. É o que permite entregar profundidade de setor sem o preço e o prazo de um software feito sob medida.

O que todo sistema nosso carrega

Estas quatro coisas não são promessa para o próximo: são ponto de partida, porque já existem e já foram usadas.

Cada pessoa vê só o que precisa ver

O acesso é liberado por pessoa, e não herdado de um cargo. Fica gravado quem viu o quê.

Os seus dados são seus, e saem por inteiro

Exportação em formato aberto, quando você quiser, sem chamado e sem orçamento à parte.

Ninguém precisa de treinamento para começar

Se alguém da equipe precisar de curso para operar, o erro é do desenho e é nosso.

Abre no navegador, em qualquer dispositivo

Nada para instalar e nada para manter. Sem servidor na sala dos fundos.

Os sistemas, um a um

Esta parte ainda está sendo escrita. Preferimos deixar o espaço declarado a preencher com nome provisório: nome provisório vira definitivo por acidente, e a gente já passou por isso.

Enquanto isso, veja como trabalhamos